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4 de abr. de 2010

CHAPEUZINHO AMARELO UMA DAS MAIS INDICADAS E PREMIADAS DO TIBICUERA 2009 !!!!

Vencedores do Prêmio Tibicuera de Teatro Infantil 2009

Foi realizada na noite do dia 30 de março, no Teatro Renascença, a cerimônia de entrega dos troféus Açorianos de Teatro e de Dança e Prêmio Tibicuera para os destaques dos palcos do Rio Grande do Sul em 2009. No troféu Tibicuera, que reconhece os espetáculos infantis, A Arca de Noé venceu como o melhor de 2009. A Comissão Julgadora foi formada por Caio Prates, Hélio Barcellos Jr., Jeffie Lopes, Marcelo Adams e Rodrigo Marquez.

Confira abaixo os premiados em todas as categorias.

Tibicuera 2009

1) Melhor Espetáculo
Arca de Noé

2) Melhor Direção
Raquel Grabauska por Herloi, o herói

3) Melhor Ator
Gutto Szuster por Filhote de Cruz Credo

4) Melhor Atriz
Elisa Lucas por Histórias de uma mala só

5) Melhor Ator Coadjuvante
Thiago Prade por Chapeuzinho Amarelo

6) Melhor Atriz Coadjuvante
Lucia Bendati por Peter Pan e a Terra do Nunca

7) Melhor Figurino
Alexandre Magalhães e Silva por Era uma vez... uma fábula assombrosa

8) Melhor Cenografia
Julio Freitas por A Menina das Estrelas

9) Melhor Iluminação
Anilton Souza por Chapeuzinho Amarel
o

10) Melhor Trilha
Claudio Veiga e Mateus Mapa por O Cisne

11) Melhor Dramaturgia
Gustavo Finkler por Herloi, o herói

12) Melhor Produção
Depósito de Teatro por O que seria do vermelho se não fosse o azul

19 de fev. de 2010

CHAPEUZINHO AMARELO EM NOVA TEMPORADA



“CHAPEUZINHO AMARELO”
Nova temporada na Sala Álvaro Moreyra no próximo dia 27 DE FEVEREIRO

A PEÇA RECEBEU 7 INDICAÇÕES AO TROFÉU TIBICUERA DE TEATRO INFANTIL

A história da menina que tem medo de tudo está de volta, Na Sala Álvaro Moreyra. “Chapeuzinho Amarelo”, a nova montagem da Cia. Halarde, fica em cartaz de 27 de fevereiro a 28 de março, aos sábados e domingos, às 16h. Com direção do premiado produtor Paulo Guerra(Indicado Melhor Produção/2009), a peça é uma adaptação de Artur José Pinto (Indicado de Dramaturgia/2009) para o poema original de Chico Buarque de Hollanda. O elenco reúne atores premiados como Denis Gosch (Indicado de Melhor Ator), Thiago Prade(Indicado Ator Coadjuvante) e Fernanda Petit , que fazem de tudo um pouco para contagiar a garotada.

Além da história, de final surpreendente, a montagem tem como diferencial a trilha sonora do músico Jean Presser(Indicado Trilha Sonora) que é reproduzida em sistema home theater. Para completar a diversão, o programa do espetáculo torna-se também um brinquedo para colorir e montar (um mini teatro com os personagens da peça). Combinando elementos da fantasia infantil e símbolos que adicionam uma dose de bom humor à proposta, o diretor tem como objetivo fundamental o questionamento dos medos do mundo infantil.

Paulo Guerra também ousa na ambientação cênica, optando pela assimetria no desenho do cenário e pelo uso predominante do preto, do branco e do cinza. A exceção fica por conta dos adereços da personagem principal e por sua barraca amarela, que funciona como seu universo particular, abrigando seus medos, sonhos e fantasias.

Sinopse
“Chapeuzinho Amarelo” conta as aventuras de uma menina que tem medo de tudo. Ela descobre que havia um lobo no outro lado do mundo e, então, para satisfazer a sua curiosidade, decide sair em busca de uma resposta para suas dúvidas e receios. Chapeuzinho é filha única e quando seus amigos tomam conhecimento do seu medo, passam a amedrontá-la ainda mais. Dizem que uma lagartixa, na verdade, é um dragão e por aí vai a brincadeira. Um final surpreendente resolverá os temores da menina, do Lobo e do Caçador, e quem sabe, o de cada espectador!

Serviço:
O Quê: Peça infantil “Chapeuzinho Amarelo”, adaptação de Artur José Pinto para o poema de Chico Buarque de Hollanda. Direção de Paulo Guerra. Realização: Cia Halarde de Teatro.
Quando: Estréia dia 27 de fevereiro. Temporada até 28 de março, sempre aos sábados e domingos, às 16h Onde: Sala Álvaro Moreyra Centro Municipal de Cultura (Av. Erico Veríssimo,307, Fone: (51) 3221.6622)
Estacionamento no Local
Fácil acesso para pessoas com deficiência
Quanto: R$ 15,00 (Inteiro) e R$ 12,00 (Clube do Assinante ZH + um acompanhante). R$ 7,50 (Idosos)
Duração: 50 minutos
Indicadso para crianças a partir dos 3 anos de idade
Informações:
PAULO GUERRA
CEL. (51)92541055
http://www.ciahalardedeteatro.blogspot.com/

22 de jan. de 2010

CHAPEUZINHO AMARELO RECEBE 7 INDICAÇÕES AO PRÊMIO TIBICUERA DE TEATRO INFANTIL - 2009

Indo de encontro com o público que prestigiou e lotou os teatros durante todas as temporadas ao longo de 2009, agora tivemos o reconhecimento e confirmação por parte da comissão julgadora do Prêmio Tibicuera de Teatro Infantil que sacramentou de forma inequívoca mais este grande êxito de realizações da Cia Halarde de Teatro 20 anos de Sucessos.
Parabéns a todos !



Melhor Ator DENIS GOSCH
Melhor Cenografia DENIS GOSCH



Melhor Ator Coadjuvante - THIAGO PRADE




Melhor Iluminação ANÍLTON SOUZA



Melhor Trilha - JEAN PRESSER

Melhor Dramaturgia - ARTUR JOSÉ PINTO



Melhor Produção - PAULO GUERRA


5 de nov. de 2009

CHAPEUZINHO AMARELO NO TEATRO SANCHO PANÇA NA ÁREA INFANTIL DA FEIRA DO LIVRO

06/11/2009

Hora: 10:30
Local: Teatro Sancho Pança
- Armazém B do Cais do Porto -
Chapeuzinho Amarelo - Espetáculo teatral

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06/11/2009

Hora: 14:00
Local: Teatro Sancho Pança
- Armazém B do Cais do Porto -
Chapeuzinho Amarelo - Espetáculo teatral

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8 de out. de 2009

36 HORAS SEM PARAR! CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA

36 horas de portas abertas para comemorar o aniversário da CCMQ

Para marcar os seus 19 anos, a CCMQ realiza programação especial das 9h de sexta-feira até às 21h do sábado, sem fechar durante a madrugada

A Casa de Cultura Mario Quintana, instituição vinculada à Secretária de Estado da Cultura (Sedac), comemora seu aniversário de 19 anos de forma incomum: ficará aberta ao público durante 36 horas, ininterruptamente. A programação, que recebeu o nome de 36 HORAS SEM PARAR, inicia às 9h do dia 25 de setembro (sexta-feira), e segue até às 21h do dia 26 de setembro (sábado). O objetivo é movimentar o centro cultural e atrair a visitação do público em horários inusitados, oferecendo apresentações musicais, peças de teatro, mostras de arte, saraus, workshops, dança e sessões de cinema.

A Banda da Brigada Militar de Porto Alegre faz uma apresentação às 10h, interpretando clássicos como Thriller, Samba de Verão e Mambo N°5. À tarde, a partir das 14h, as crianças estão convidadas a fazerem uma visita pela CCMQ, com a Traça Biblió. O workshop de Dança de Salão, que ocorre às 15h, está com inscrições abertas, pelo telefone (51) 3216- 9913 . A peça infantil O Chapeuzinho Amarelo será apresentada às 16h, no Teatro Bruno Kiefer. Já o Clássicos em Destaque acontece a partir das 19h, com um recital de violão clássico apresentado por Marcus Bonilla. Às 21h, o grupo Dimensão Experimental participa de um musical; e às 23h, o Jazz Gig se apresenta no Auditório Luis Cosme.

A programação da madrugada inicia pontualmente à meia-noite do dia 26, com a peça teatral Dona Gorda, no Teatro Bruno Kiefer. O workshop de fotografia noturna inicia à 00h30, e as inscrições devem ser feitas pelo telefone (51) 3211-5608 . À 01h, um sarau no mezanino da CCMQ homenageia Edgar Allan Poe. A Mostra de Música Eletrônica começa às 02h30 e se estende por toda a madrugada. Às 10h, inicia um bazar na Travessa dos Cataventos. O Teatro de Bonecos, com o Grupo Camaleão, é atração para o público infantil, no hall da Biblioteca Lucilia Minssen. A Oficina de Mangá está com inscrições abertas, que devem ser feitas através do telefone (51) 3211-5608 . Às 16h, inicia o Cantando e Contando Histórias; e às 16h30 o Show de Talentos, com apresentação de canto das crianças do Projeto Abrindo Horizontes. A programação se encerra com a Mostra de Dança Contemporânea. Durante a comemoração de aniversário, a Cinemateca Paulo Amorim conta também com exibição de filmes em vários horários, com ingressos no valor de R$ 4,00 para as sessões especiais.

Os espaços comerciais da Casa e as bibliotecas também terão um horário especial:

- Biblioteca Erico Verissimo (3° andar) – dias 25 e 26 das 9h às 18h
- Biblioteca Pública do Estado (3° andar) – dias 25 e 26 das 9h às 19h
- Biblioteca Lucilia Minssen (5° andar) – dias 25 e 26 das 9h às 18h
- Livraria Kaçula (térreo) - dia 25 das 9h às 19h; dia 26 das 10h às 21h
- Espaço Cultura de Levar (térreo) - dia 25 das 12h às 20h; dia 26 das 10h às 20h
- Café dos Cataventos (térreo) - dia 25 das 9h até 26 às 21h (36h)
- Bomboniére (térreo) - dia 25 das 9h até 26 às 21h (36h)
- Poeta Café (5° andar) - dia 25 das 9h às 24h; dia 26 das 10h às 20h
- Café Santo de Casa (7° andar) - dia 25/9 das 10h às 23h30m; dia 26 das 10h às 23h30min
Toda a programação do projeto 36 HORAS SEM PARAR é gratuita e pode ser conferida no site da CCMQ – www.ccmq.com.br, ou pelo telefone (51) 3221-5147 .

Programação completa:

Dia 25 de setembro
9h – Início das 36 HORAS
10h – Apresentação da Banda da Brigada Militar
Local: Travessa dos Cataventos – térreo
A Banda preparou um preparou um repertório especial para comemorar o aniversário da CCMQ. Serão interpretados clássicos da música popular brasileira e internacional, como Thriller, Samba de Verão, Mambo N°5 e Stranger in Paradise.
16h – Peça teatral infantil o Chapeuzinho Amarelo
Local: Teatro Bruno Kiefer – 6º andar
A peça de Artur José Pinto é uma adaptação da obra de Chico Buarque de Hollanda e tem produção e direção de Paulo Guerra. Chapeuzinho é filha única e, quando seus amigos ficam a par do seu medo, passam a amedrontá-la ainda mais. Dizem que uma lagartixa, na verdade, é um dragão e por aí vai a brincadeira. Usando muita criatividade, o texto brinca com a imaginação para mostrar a inversão da história de Chapeuzinho Vermelho. A mudança de cor do personagem é significativa, a cor vermelha é associada a pureza e o amarelo é associado ao medo que a menina possuía de tudo. Indicado para crianças a partir de 04 anos
Dia 26 de setembro
00h – Peça teatral adulto Dona Gorda
Local: Teatro Bruno Kiefer – 6º andar
A história ronda a vida de Cláudia, uma mulher solteira em busca do amor e corpo ideal. Um tema atemporal e polêmico, para todos os sexos, raças, classes sociais e religiões que vivem esta situação "de ser gordo".A Direção/Produção é de Paulo Guerra, com interpretação solo da premiada atriz Lúcia Bendatti. Participações especiais (vozes em off) do jornalista Paulo Sant'ana, da cantora Adriana Marques (Rádio Esmeralda) e dos atores Luciano Figueiró e José Alessandro.

TEATRO COM ENTRADA FRANCA

Espetáculos infantis com entrada gratuita 10 e 11 de outubro às 11h e às 16h.

Senhas 1 hora antes em cada local

Programação:

Jogo da Memória Teatro Renascença - às 11h e às 16h - sábado e domingo (Av. Erico Veríssimo, 307- f: 3289 8066) Prêmio Tibicuera de Teatro Infantil por Melhor Dramaturgia, Direção e Ator Coadjuvante para Daniel Colin Cinco amigos resolvem fugir de casa quando descobrem que um deles vai mudar de cidade, pois seu irmão foi contratado para ser jogador de um grande time nacional. Nesta jornada pela liberdade eles vão se autodescobrindo e percebendo que crescer é inevitável.


Chapeuzinho Amarelo Sala Álvaro Moreyra - às 11h e às 16h - sábado e domingo (Av. Erico Veríssimo, 307- f: 3289 8066) As aventuras de uma menina que tinha medo de tudo porque ficou sabendo que havia um lobo no outro lado do mundo. Para satisfazer a sua curiosidade, decide sair em busca de uma resposta para suas dúvidas e receios.


Filhote de Cruz Credo Teatro de Câmara Túlio Piva - às 11h e às 16h - sábado e domingo (Rua da República, 575- f: 3289 8093) O espetáculo mostra a prática de bullying e retrata a infância do escritor e poeta Fabrício Carpinejar. Partindo da idéia que a infância às vezes pode ser muito triste, principalmente pra quem é perseguido por um colega ou uma turma.


Maiores informações:
Secretaria Municipal da Cultura
Av. Erico Veríssimo, 307 - bairro Menino Deus
(51) 32898061 / (51) 3289 8062 / (51) 3289 8064
www.portoalegre.rs.gov.br/cultura
www.twitter.com/maisteatro
www.maisteatro.blogspot.com

6 de out. de 2009

06/10/2009 CULTURA

Chapeuzinho Amarelo volta à Sala Álvaro Moreyra

O espetáculo infantil "Chapeuzinho Amarelo" volta a cartaz sábado, 10, às 16h, na Sala Álvaro Moreyra do Centro Municipal de Cultura (avenida Érico Veríssimo, 307, fone 3221-6622). Escrita por Artur José Pinto, a mais recente produção da Cia. Halarde de Teatro é uma adaptação da obra de Chico Buarque de Hollanda (1979), com direção de Paulo Guerra. Ingressos a R$ 15 (inteiro) e 50% de desconto, no mês de outubro, para sócios do Clube do Assinante ZH e um acompanhante (R$ 7,50) e para a terceira idade.
Com esse trabalho, a companhia fecha a “trilogia do medo”, desenvolvido desde 2005 com os espetáculos “Pé de Pilão” e “Cabeça de Papel”. A montagem fica em cartaz até 15 de novembro, sempre aos sábados de domingos, às 16h. O local possui fácil acesso para pessoas portadoras de necessidades especiais.
Atores - No elenco, Denis Gosch (Troféu Tibicuera Melhor Ator/2001), Fernanda Petit (Troféu Tibicuera Melhor Atriz/2006) e Thiago Prade. Os figurinos são assinados por Zélia Mariah, com cenografia de Denis Gosch. A trilha sonora original é de Jean Presser, e a iluminação é de Anilton Souza. As ilustrações e design gráfico são de Sandro Ka, e a produção é de Paulo Guerra.
Com criatividade, o texto brinca com a imaginação para mostrar a inversão da história de Chapeuzinho, combinando elementos da fantasia infantil e símbolos que adicionam uma dose de bom humor à história. Paulo Guerra destaca a comunicabilidade dos atores com as crianças, o que acredita ser um dos principais méritos do trabalho, assim como a desmistificação dos medos infantis.
Chapeuzinho Amarelo comemora os 19 anos de atividade da Cia. Halarde de Teatro, cuja trajetória se confunde com a de seu fundador, o ator, diretor e produtor Paulo Guerra. Ambos são responsável por grandes sucessos infantis do teatro gaúcho, como “Cabeça de Papel”, “Aprendiz de Feiticeiro”, “Pé de Pilão”, “Cara de Anjo”, “O Diário da Bruxa Elvira”, “Caçadores de Aventuras”, “Os Três Porquinhos”, “Gurizada Medonha”, “Família Monstro”, “A Superbruxa”, “Aladim”, “Mogli” e “Tilinho”. Em sua trajetória, o grupo coleciona 35 prêmios Tibicuera e 13 Quero-Quero, entre 104 indicações.

Ficha TécnicaPoema: Chico Buarque de Hollanda / Adaptação Teatral: Artur José Pinto / Direção: Paulo Guerra / Elenco: Denis Gosch, Fernanda Petit, Thiago Prade / Trilha Sonora Original: Jean Presser / Cenografia: Denis Gosch / Cenotécnico: Hélio Augusto Paquelin / Figurinos: Zélia Mariah / Confecção dos Figurinos: Titi Lopes / Iluminação: Anílton Souza / Design Gráfico e Ilustrações: Sandro Ka / Adereços: Lair Santos / Bilheteria: Giovani Besson / Assessoria de Imprensa: Silvia Abreu / Produção: Paulo Guerra / Realização: Cia. Halarde de Teatro


fonte:http://www2.portoalegre.rs.gov.br/cs/impressao.php?reg=115541&p_secao=3&di=2009-10-06

28 de set. de 2009

CHAPEUZINHO AMARELO & DONA GORDA JUNTOS NA MARATONA CULTURAL DA CASA DE CULTURA MARIO QUINTANA




Nas comemorações do seu aniversário de 19 anos, Chapeuzinho Amarelo e Dona Gorda foram os dois espetáculos da Cia Halarde de Teatro convidados a participar da festa "Maratona da Cultura - 36 horas sem parar" na Casa de Cultura Mario Quintana.
Os espetáculos aconteceram nos dias 25 e 26/09 as 16hs e a meia-noite respectivamente com entrada franca.

25 de set. de 2009

Para varar a madrugada

CCMQ comemora 19 anos com 36 horas de programação ininterrupta

Para comemorar seus 19 anos, a Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) preparou uma festa com jeitão de kerb. Uma programação diversificada – e gratuita – de música, cinema, teatro e saraus vai se estender das 9h da manhã de sexta-feira até as 21h de sábado – varando a madrugada, inclusive.A ideia da Casa é incentivar o público a redescobrir o espaço cultural, oferecendo atrações em horários inusitados É um evento que embarca em uma modalidade de programa cultural que tem se popularizado, a da festa com duração de maratona e que congrega atrações de vários gêneros artísticos. O exemplo de maior destaque é a Virada Cultural de São Paulo, mas esse tipo de atração também tem se proliferado no Rio Grande do Sul: a Maratona Literária da Secretaria Municipal de Cultura, que terá nova edição em 23 de outubro, e a cidade de Marau, no norte do Estado, vai promover programação semelhante nos dias 14 e 15 de novembro – no que poderia muito bem ser chamado de uma “Marautona” de 24 horas de cultura. Confira ao lado os principais destaques da programação da festa da Casa de Cultura Mario Quintana, todas com entrada franca.

Destaques da programação
CINEMA
> Fama para Todos (Bélgica, 2000, 97 minutos)
Direção de Dominique Deruddere, com Josse De Pauw e Eva van der Gucht.
Operário de fábrica que sustenta toda a família deposita na filha a única chance de realizar seu sonho de ser compositor. Num ato desesperado, sequestra a cantora mais famosa do país e exige que a filha cante em rede de TV.
22h de hoje, na Sala Eduardo Hirtz
> Ilusão de Movimento (Argentina, 2002, 110 minutos)
Direção de Héctor Molina, com Carlos Respa e Dário Grandinetti.
Homem viaja para conhecer o filho de sete anos de quem desconhecia a existência. A mãe do garoto desaparecera grávida, levada pelo regime militar.
À meia-noite de sexta-feira para sábado, na Sala Eduardo Hirtz.
> Terra Sonâmbula (Portugal, 2007, 103min)
Direção de Teresa Prata, com Nick Lauro Teresa e Aladino Jasse.
Num país africano cindido em dois por uma guerra civil, são contadas duas histórias paralelas: a de um menino e de um velho em fuga e a de uma mulher que procura seu filho. Adaptação do romance do escritor moçambicano Mia Couto.
4h de sábado, na Sala Eduardo Hirtz
INFANTIL
> Chapeuzinho Amarelo
Adaptação da obra de Chico Buarque com texto de Artur José Pinto e direção e produção de Paulo Guerra. Em vez da ousadia da chapeuzinho vermelho, a peça conta a história de uma garota dominada pelo medo de encontrar o lobo.
16h de hoje, no Teatro Bruno Kiefer – 6º andar

> A Cigarra e a Formiga
Performance musical da atriz Alhydia Borges, que narra a conhecida fábula da cigarra e da formiga.
14h30min de sábado, na Sala Lili Inventa o Mundo – 5° andar
TEATRO ADULTO
> Dona Gorda
As agruras de Cláudia, uma mulher solteira em busca do amor e corpo ideal. Com a atriz Lúcia Bendatti. Texto de Lisiane Berti e Marcelo Vázquez e direção de Paulo Guerra.
À meia-noite de sexta-feira para sábado, no Teatro Bruno Kiefer – 6º andar
Fonte: clicrbs

6 de set. de 2009

23 de ago. de 2009

MEDOS INFANTIS ATRAI PROFISSIONAIS DA ÁREA

Psiquiatras se interessam por "Chapeuzinho Amarelo"

Interessante relato hoje dado pelo "bilheteiro":
Profissional da área da psiquiatria infantil que acompanha com "lupa" os medos infantis revelou que leu o livro várias vezes e hoje veio conferir ao vivo o espetáculo.

14 de ago. de 2009

PROGRAMAÇÃO CASA DE CULTURA MARIO QUINTANA


CHAPEUZINHO AMARELO - INFANTIL
A peça de Artur José Pinto é uma adaptação da obra de Chico Buarque de Hollanda que este ano completa 30 anos de seu lançamento. A produção e direção são de Paulo Guerra. Chapeuzinho é filha única e, quando seus amigos ficam a par do seu medo, passam a amedrontá-la ainda mais. Dizem que uma lagartixa, na verdade, é um dragão e por aí vai a brincadeira. Usando muita criatividade, o texto brinca com a imaginação para mostrar a inversão da história de Chapeuzinho Vermelho. A mudança de cor do personagem é significativa, a cor vermelha é associada a pureza e o amarelo é associado ao medo que a menina possuía de tudo. A peça inova ao utilizar, pela primeira vez no Estado, a tecnologia 5.1 em uma peça teatral, que proporciona um maior envolvimento do público com a proposta cênica.No elenco atores conhecidos dos palcos gaúchos : Denis Gosch (Troféu Tibicuera de Melhor Ator/2001),Fernanda Petit (Troféu Tibicuera Melhor Atriz/2006) e Thiago Prade.
Indicado para crianças a partir de 04 anos
Período: 08 de agosto a 06 de setembro de 2009 - sábados e domingos
Horário: 16hLocal: Teatro Carlos Carvalho - 2° andar
Ingressos: R$ 15,00 (público em geral) R$ 12,00 (Clientes BANRISUL e Clube do Assinante ZH) R$ 7,50 (Idosos e SINPRO-RS)

6 de ago. de 2009

CASA DE CULTURA MARIO QUINTANA RECEBE CHAPEUZINHO AMARELO


A equipe técnica da Cia Halarde de Teatro já esta nos preparativos finais para a estreia do espetáculo no Teatro Carlos Carvalho da Casa de Cultura Mario Quintana de Porto Alegre.

A Chaupeuzinho já esta lá, aguardamos voçê !!!!

Serviço:
O Quê: Peça infantil
“Chapeuzinho Amarelo”, adaptação de Artur José Pinto para o poema de Chico
Buarque de Hollanda.
Direção de Paulo Guerra.
Realização: Cia Halarde de Teatro.
Quando: Estréia dia 08 de agosto.
Temporada até 06 de setembro, sempre aos sábados e domingos, às 16h Onde: Teatro Carlos Carvalho, Casa de
Cultura Mário Quintana (Andradas, 736, 2º andar, Fone: (51) 3221.7147), em Porto Alegre.
Quanto: R$ 15,00 (Inteiro) e R$ 12,00 (sócios do Clube do Assinante
ZH + um acompanhante).
No final de semana de estréia, uma promoção especial para o Dia dos Pais :
Os papais acompanhados de seus filhos terão 50% de desconto no ingresso.
Duração: 50 minutos
Censura: Livre
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física
Ar-condicionado

Informações: (51) 92541055
(Paulo)

4 de ago. de 2009

CHAPEUZINHO AMARELO VOLTA NA CARLOS CARVALHO - CCMQ


“Chapeuzinho Amarelo” estréia no Teatro
Carlos Carvalho da C.C.M.Q. com promoção
especial em homenagem ao Dia dos Pais !
Papais acompanhados de seus filhos terão 50% de desconto no dia 08 e 09 de agosto, às 16h

A história da menina que tem medo de tudo está de volta, agora no Teatro Carlos Carvalho da Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre. “Chapeuzinho Amarelo”, a nova montagem da Cia. Halarde, fica em cartaz de 08 de agosto a 06 de setembro, aos sábados e domingos, às 16h. Com direção do premiado produtor Paulo Guerra, a peça é uma adaptação de Artur José Pinto para o poema original de Chico Buarque de Hollanda. O elenco reúne atores premiados como Denis Gosch, Fernanda Petit e Thiago Prade, que fazem de tudo um pouco para contagiar a garotada. No final de semana de estréia, Dia dos Pais, uma promoção especial: pais acompanhados de seus filhos tem 50% de desconto no ingresso.

Além da história, de final surpreendente, a montagem tem como diferencial a trilha sonora do músico Jean Presser, que é reproduzida em sistema home theater. Para completar a diversão, o programa do espetáculo torna-se também um brinquedo para colorir e montar (um mini teatro com os personagens da peça). Combinando elementos da fantasia infantil e símbolos que adicionam uma dose de bom humor à proposta, o diretor tem como objetivo fundamental o questionamento dos medos do mundo infantil.

Paulo Guerra também ousa na ambientação cênica, optando pela assimetria no desenho do cenário e pelo uso predominante do preto, do branco e do cinza. A exceção fica por conta dos adereços da personagem principal e por sua barraca amarela, que funciona como seu universo particular, abrigando seus medos, sonhos e fantasias.

Sinopse
“Chapeuzinho Amarelo” conta as aventuras de uma menina que tem medo de tudo. Ela descobre que havia um lobo no outro lado do mundo e, então, para satisfazer a sua curiosidade, decide sair em busca de uma resposta para suas dúvidas e receios. Chapeuzinho é filha única e quando seus amigos tomam conhecimento do seu medo, passam a amedrontá-la ainda mais. Dizem que uma lagartixa, na verdade, é um dragão e por aí vai a brincadeira. Um final surpreendente resolverá os temores da menina, do Lobo e do Caçador, e quem sabe, o de cada espectador!

Serviço:
O Quê: Peça infantil “Chapeuzinho Amarelo”, adaptação de Artur José Pinto para o poema de Chico Buarque de Hollanda. Direção de Paulo Guerra. Realização: Cia Halarde de Teatro.
Quando: Estréia dia 08 de agosto. Temporada até 06 de setembro, sempre aos sábados e domingos, às 16h
Onde: Teatro Carlos Carvalho, Casa de Cultura Mário Quintana (Andradas, 736, 2º andar, Fone: (51) 3221.7147), em Porto Alegre.
Quanto: R$ 15,00 (Inteiro) e R$ 12,00 (sócios do Clube do Assinante ZH + um acompanhante). No final de semana de estréia, uma promoção especial: pais acompanhados de seus filhos tem 50% de desconto no ingresso. R$ 7,50 (SINPRO-RS e Idosos)
Duração: 50 minutos
Censura: Livre
*Fácil Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física // Ar-condicionado
Informações: (51) 92541055 (Paulo)
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Foto de Gustavo Razzera
Design Gráfico de Sandro Ka


CASA DE CULTURA MARIO QUINTANA


11 de jul. de 2009

ÚLTIMO FINAL DE SEMANA


Chapeuzinho se despede este final de semana da Sala Álvaro Moreira e já esta deixando saudades !

A peça segue até este domingo sempre as 16hs.

24 de jun. de 2009

CHAPEUZINHO NO JORNALZINHO DA CRIANÇA

CRÍTICA DE RODRIGO MONTEIRO - CHAPEUZINHO AMARELO

22/06/09

Chapeuzinho Amarelo
Foto: Gustavo Razzera

O medo e o parque de diversões

Chapeuzinho Amarelo tem esse nome porque “amarela” para tudo. A peça é a história de uma guria que tem medo de tudo. Não toma banho pra não descolar, não pega sol porque tem medo de sombra, não toma sopa pra não ensopar, não sorri para não cair o queixo, não dorme porque tem medo de pesadelo,... Aí chegam dois guris que meio que resolvem se meter na vida da pobre sempre entocada dentro de uma barraca. Ah, ela mora ou está (não sei) na casa de uma tia. Lá pelas tantas ela fala na mãe, mas a personagem que aparece é uma tia. Voltando: os dois guris. Não, não são amigos dela. Eles se apresentam: Dudu e Bira. Ela se chama Maria Rita. Prazer, prazer. Os dois, então, resolvem mostrar para a nova amiga que ter medo é normal e até saudável. E que todo mundo tem medo de alguma coisa, incluindo eles. Narram, cada um, um medo bobo de outro. A princípio, a empreitada não vê muito sucesso: Maria Rita continua medrosa. Uivos são ouvidos. Pensam que é uma ambulância. Não é. Será um lobo? Um lobo!! Os dois guris fogem. Tentam levar a amiga, mas ela se fecha dentro de sua barraca amarela como ela. O lobo (bem parecido com o Alex do Laranja Mecânica) aparece. Chama por Chapeuzinho. Assopra a barraca. E eis que Maria Rita vem para fora já sem medo algum, mas ainda com o detalhe amarelo na cabeça. É. O medo desapareceu e ninguém viu isso acontecer. Sumiu. O caçador aparece e quem tem medo agora, mas não amarelidão, é o lobo. Sim: o lobo. E quem lhe ajuda? Maria Rita, a heroína. E ajuda como? Contando para o lobo um segredo: ao dizer as coisas ao contrário, o medo delas diminui. Caçador? O lobo tenta “Dorcaça”. E dá certo. Mas por que Maria Rita não usou esse segredo antes? Nunca seria amarela!! E poderia ter ido brincar com os seus novos amigos, almoçar com sua tia e aproveitar o sol, o banho, a sopa... Enfim. Lobo e Caçador desaparecem e dão lugar para Dudu e Bira. Talvez Caçador e Lobo foi só um jeito que os dois meninos acharam para resolver o problema do medo de Maria Rita. De um jeito meio estranho, mas resolveu. Final Feliz.
A fama de “Diretor Cuidadoso” de Paulo Guerra não é por acaso. A nova produção da Cia. Halarde, completando 19 anos, ratifica o costume: em termos de produção e interpretação, não há um só detalhe desnecessário, fora do lugar ou não interessante. O figurino é ótimo: a tia, o lobo e o caçador bem próximos de uma estética de história em quadrinhos. Maria Rita, Dudu e Bira nada distantes disso também. A escolha por branco, preto e tons de cinza realça o amarelo, cor que marca a história em seu início. O cenário é bastante rico: as entradas são bem aproveitadas, o varal dá profundidade, a barraca joga em cena junto com os atores por sua leveza e praticidade. E há recursos bem utilizados: tecidos infláveis, bolhas de sabão, sirene de ambulância. A trilha sonora em 5.1 preenche o espaço e contagia, a luz é detalisticamente marcada e as interpretações estão na medida. Fernanda Petit é pequena e, ao mesmo tempo, forte: duas características bastante importantes para a personagem e convenientemente utilizadas pela jovem e talentosa atriz. Thiago Prade e Denis Gosh caminham no limite do exagero, mas sem chegar nele: exatamente no ponto. Poderíamos identificar um pequeno excesso de afetação no Lobo, mas a interpretação construída dialoga com o figurino, ficando tudo em paz.
Mas o caso é realmente dramaturgia.
Por mais interessantes que sejam a trilha e o jogo de luzes, por melhores que sejam as interpretações e, mesmo com toda a riqueza que cenário, figurinos e adereços trazem, a proposta da Cia. Halarde de fazer um teatro dramático não atinge o máximo de suas potencialidades, tão ricamente exploradas. Gosta-se de tudo que se vê, mas abandonamos o teatro com a sensação de que algo faltou. Falta uma boa história.
Uma boa história para teatro.
Em outro momento, num aliás bastante problemático, já escrevi sobre a atualização de um sistema, outrora literatura, para o teatro. Embora o caso de Chapeuzinho Amarelo não tenha tido o mesmo resultado negativo, vou tentar ser mais claro tratando de uma questão que me parece ser fundamental: o medo de Maria Rita, que só se chama Chapeuzinho Amarelo por isso.
No texto de Chico Buarque, consta o seguinte parágrafo:
Mas o engraçado é que, / assim que encontrou o LOBO, / aChapeuzinho Amarelo / foi perdendo aquele medo / o medodo medo do medo / de um dia encontrar um LOBO./ Foipassando aquele medo / do medo que tinha do LOBO/.Foificando só um pouco / do medo daquele lobo. / Depoisacabou o medo / e ela ficou só com o lobo.
A literatura usa o que tem: letras, palavras. Assim, o leitor vê o medo de Maria Rita diminuir pela diminuição do número de vezes que a palavra medo aparece no texto e pela distância dela da palavra Lobo. O medo, assim, não some do nada, mas aos poucos, como um jogo de palavras, um entre tantos que podemos encontrar nessa bela história de Chico Buarque. Esse processo de diminuição do medo está, ainda, ligada à relação da Chapeuzinho com o Lobo. A professora Martha Bonotto, em seu artigo "Chapeuzinho Amarelo: um novo sentido para uma velha história" apresenta muito convenientemente a questão da virtualidade desse lobo na história de Chico Buarque. O lobo mora num buraco na Alemanha, ou seja, não é do bicho que Maria Rita tem medo, mas da imagem dele. Quando ele deixa de ser uma imagem e torna-se real, quando deixa de ser virtual e passa a ser atual (Pierre Levy), o medo desaparece. Isso na literatura.
Artur José Pinto, quem assina a dramaturgização, não resolve bem a transformação da protagonista, que nomeia o espetáculo, como, infelizmente, também outras algumas questões. Ao emaranhado de atributos estéticos, fica faltando o fio que possibilita a existência de várias camadas de significados, a leitura por vários públicos e o riso e o prazer geral de toda a platéia. Fica faltando o "Dia da Criança" que deixa a ida ao parque com gosto de evento especial.
Inesquecível, tenho que dizer, foi o riso de uma criança, próxima a mim, que se divertiu, como outras, a valer com o grande parque de diversões criado por Paulo Guerra!
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Texto: Chico Buarque de HolandaDramaturgia: Artur José PintoDireção: Paulo Guerra
Elenco:Denis GoshFernanda PetitThiago Prade
Trilha Sonora Original: Jean Presser

Mixagem 5.1: Fernando Basso

Cenografia: Denis Gosh

Figurinos: Zélia Mariah

Iluminação: Anilton Souza

Design Gráfico e Ilustrações: Sandro Ka

Fotos: Gustavo Razzera

Adereços: Lair Santos

Produção: Paulo Guerra

Realização: Companhia Halarde